Resultados preliminares apresentados em Ribeirão Preto indicam que a terapia CAR-T teve resposta positiva em quase 90% dos pacientes com linfoma incluídos no estudo brasileiro. Até agora, 75 pessoas entraram na pesquisa, 25 já estão em tratamento e, entre os 18 pacientes com linfoma tratados até o momento, a taxa de resposta chegou a 88%, na maioria dos casos com desaparecimento completo da doença.
A pesquisa é conduzida pela USP, Instituto Butantan e Hemocentro de Ribeirão Preto, com participação de cinco hospitais, e busca gerar evidências para futura oferta da terapia no SUS. O tratamento é voltado a pacientes que já passaram por quimioterapia, radioterapia ou transplante de medula e tenta viabilizar no Brasil uma tecnologia já usada em outros países, mas ainda de acesso restrito por causa do custo elevado.


